Chegou o dia tão esperado, voar em busca de seus sonhos
sonhos que ela já tinha tudo em mente, estudar, trabalhar,
realizar seus pequenos, grandes sonhos, se realizar, mudar
de rota, alçar vôos maiores e foi, na estrada olhava com
admiração a paisagem bela, verde e imersa, ia junto com
ela a saudade de sua família, que tb estava incluída nos seus
sonhos e na busca de realizações, escrevia num caderninho,
cada lugar que o expresso )ônibus) fazia para lanches, almoço
e janta, nossa tudo era novo, era na verdade uma grande aventura
embora ela estivesse acompanhada da família do tio e de um irmão.
quanto mais o ônibus corria, mais se distânciava de sua cidade,
mas o que ela queria mesma com os seus 20 anos, mas sem
nenhuma experiência fora do seu lar e de sua família e ser
feliz e realizar seus sonhos, além da fé em Deus, seu
coração estva cheio de esperança, sua mente cheia de sonhos,
na estrada perdeu sua bolsa com alguns trocados e todos os documentos
que juntos estava tb os documentos do irmão + novo. Dai
já começou a complicar, seguir viagem sem documentos, mas
a esposa do tio com jeito e + resolvida consegui que seguissem viagem.
E no seu caderninho ela relatava tudo, o frio na cidade frias (foi bem ruim)
não tinha agasalho e nem se preparou para esta parte, o restante da viagem
o tio teve que bancar as refeições para os dois e teve tb de regrar, ele
tb não tinha mais tanta assim, ou melhor ela nem sabia como era
a real situação e sabia que a viagem seria de 5 dias, mt estrada,
alguns trechos com chuva e má conservação das rodovias, tinham que
descer, para o ônibus transpor sem peso certos trechos.
Mas a cada lugar que mudava a paisagem aos seus olhos fascinado,
pelo o novo, pela beleza de cada estado que ia cortando, ela apreciava
paisagem com num cinema e anotava no caderninho. A expectativa era chegar ao
seu destino e começar uma vida nova, fazer novos amigos, procurar escola
para concluir o 3º colégial, afinal ia começar o ano, isto se deu em novembro de 1976.
Tem por objetivo contar histórias e fatos reais relacionados as pessoas e pesquisas, assuntos de comportamentos humanos,diferenças e emitir opiniões sobre fatos e acontecimentos.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Algumas experiências.
Sair de cidade ou mesmo metropole,
onde havia de tudo mas nem tudo lhe permitia ter acesso,
como uma boa escola, sempre estudou em escola pública,
gostavia muito de ler, a leitura era uma fascinção, cada livro
cada conto, lia literatura, poesias, jornais, auto ajuda, best seller,
tinha o hábito de ler,entre estes incluia a bíbliatb e na despedida
de seu emprego, as amigas deram de presentes várias livros, que ela
devorou durante a viagem e guardava como um bom tesouro, para estudar
tb precisou de pedir livros emprestados, fazia uma listinha e seu primo sai
nas portas das casas pedindo se tinha algum livro daqueles que em troca
ele prestava serviço, e sempre conseguia alguns, o qual sempre lhe devotou mt gratidão.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
ESCOLA DA VIDA....
Foi bom enquanto sua mente e seus sonhos buscavam outros horizontes, felicidade é esta viver cada momento como único, por que na verdade são, nenhum destes momentos se repetem mais na vida de ninguém, cada um tem suas oportunidades, oportunidades estas únicas e foi nesta busca de oportunidade que a pequena Lady, não media esforços para aprender a sua função e mais o que lhe fosse confiada para exercer com garra e determinação. Aprender tudo dentro de um escritório, o qual ela trabalhava, mas queria melhorar seu padrão de vida e de seus familiares, resolver ir embora de seu lugar de origem, trancou o colegial já estava no 2º ano, mas não conclui as provas finais, tão ansiosa estava para chegar no seu lugar de destino, onde acreditava que ali estava e ela tinha tudo para conquistar neste novo lugar e ela foi.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
A tendência
à posse é inata no ser humano.
Basta ver os meninos, nos
supermercados e em todas as partes,
desde a mais tenra idade; e basta
ver os aborígines, seres que ainda
não transpuseram a infância da humanidade.
O fato é relevante, merece
toda a atenção em casa e na escola,
tem imensa importância para
a felicidade de cada um de nós.
Contemple cada um o quadro da
própria vida e pergunte a si mesmo
o seguinte: "Em que medida minha
alegria de viver tem sido influenciada
pelo que eu já tenho? E em que
medida essa alegria está contida, esperando
o dia em que eu tenha o
que quero ter?" Vale a pena fazer a
experiência. Em algum lugar entre
esses dois pólos cada um há de encontrar
o seu ponto de equilíbrio,
de maior bem-estar, de mais paz interior
e felicidade pessoal.
Aprender a querer é assimilar uma
das lições da verdadeira Sabedoria.
O menino que hoje esperneia no supermercado,
indiferente a tudo quanto
já possui, inconsciente da própria
ingratidão, depende em tudo da mão
amorosa e sábia que o conduza pela
estrada do saber querer. Um dia, como
jovem, vai querer conquistar o coração
de alguém, alguns diplomas,
muito dinheiro, talvez o poder e o
prestígio, tantas coisas mais...
Depois, quem sabe?, ocupará
na vida o posto reservado aos
profissionais ditos realizados.
Dele se dirá que "venceu na vida".
Mas o que é mesmo vencer na
vida? É comum que os tais "vencedores
na vida" sejam a imagem
acabada dos insaciáveis, daqueles
para quem vale o velho e forte
adágio: "A boca do ambicioso só
se enche com terra de sepultura".
No topo dessa escalada, pairando
acima da maioria, cheios de
posses e cheios de glórias, muitos
se sentem vazios. Por quê? Talvez
tenham avultado a vida profissional,
relegando tudo mais a segundo
plano. No auge das conquistas,
ao invés da felicidade, a insatisfação;
ecoa do mais íntimo de seu ser
um grito de frustração, na voz do
de que o tempo que se dedicou a
mil posses não foi tão bem empregado
como um dia se supôs. As
muitas riquezas do mundo não foram
capazes de esconder a pobreza
do mundo interior, por absoluta
falta de realização espiritual. Pensou-
se, talvez, que bastava rezar, ir
a cultos religiosos, fazer e cumprir
promessas... Mas, na verdade, nenhuma
Sabedoria.
Outra realidade vive quem
aprende a querer, quem sabe o que
quer, por que e para que quer, sabendo
como administrar com inteligência
sua inata tendência à posse,
e como manter perene a gratidão e a
felicidade que um dia experimentou
no momento de conquistar cada
coisa. Por essa estrada, pode-se
chegar à condição de idoso sem repetir
a melancólica história daqueles
que, amargurados dentro de palácios
ou de carros importados, sentem
que a vida se foi com o tempo, e
que essa mesma vida agora se trunca
ante a natural decadência física.
Sem outras perspectivas, confessam-
se insatisfeitos. Com tantos diplomas
e experiências, não aprenderam
outra técnica de viver que não
fosse a devotada às satisfações materiais,
aos prazeres circunstanciais.
Mas nossa história termina
bem. O menino do supermercado
contém o choro, toma na sua a mão
paterna que se lhe estende e que,
num gesto ao mesmo tempo enérgico
e doce, firme e amoroso, o conduz
com Sabedoria pela difícil estrada
do saber querer.
Paulo Goiás é docente da
Fundação Logosófica, em Goiânia
à posse é inata no ser humano.
Basta ver os meninos, nos
supermercados e em todas as partes,
desde a mais tenra idade; e basta
ver os aborígines, seres que ainda
não transpuseram a infância da humanidade.
O fato é relevante, merece
toda a atenção em casa e na escola,
tem imensa importância para
a felicidade de cada um de nós.
Contemple cada um o quadro da
própria vida e pergunte a si mesmo
o seguinte: "Em que medida minha
alegria de viver tem sido influenciada
pelo que eu já tenho? E em que
medida essa alegria está contida, esperando
o dia em que eu tenha o
que quero ter?" Vale a pena fazer a
experiência. Em algum lugar entre
esses dois pólos cada um há de encontrar
o seu ponto de equilíbrio,
de maior bem-estar, de mais paz interior
e felicidade pessoal.
Aprender a querer é assimilar uma
das lições da verdadeira Sabedoria.
O menino que hoje esperneia no supermercado,
indiferente a tudo quanto
já possui, inconsciente da própria
ingratidão, depende em tudo da mão
amorosa e sábia que o conduza pela
estrada do saber querer. Um dia, como
jovem, vai querer conquistar o coração
de alguém, alguns diplomas,
muito dinheiro, talvez o poder e o
prestígio, tantas coisas mais...
Depois, quem sabe?, ocupará
na vida o posto reservado aos
profissionais ditos realizados.
Dele se dirá que "venceu na vida".
Mas o que é mesmo vencer na
vida? É comum que os tais "vencedores
na vida" sejam a imagem
acabada dos insaciáveis, daqueles
para quem vale o velho e forte
adágio: "A boca do ambicioso só
se enche com terra de sepultura".
No topo dessa escalada, pairando
acima da maioria, cheios de
posses e cheios de glórias, muitos
se sentem vazios. Por quê? Talvez
tenham avultado a vida profissional,
relegando tudo mais a segundo
plano. No auge das conquistas,
ao invés da felicidade, a insatisfação;
ecoa do mais íntimo de seu ser
um grito de frustração, na voz do
de que o tempo que se dedicou a
mil posses não foi tão bem empregado
como um dia se supôs. As
muitas riquezas do mundo não foram
capazes de esconder a pobreza
do mundo interior, por absoluta
falta de realização espiritual. Pensou-
se, talvez, que bastava rezar, ir
a cultos religiosos, fazer e cumprir
promessas... Mas, na verdade, nenhuma
Sabedoria.
Outra realidade vive quem
aprende a querer, quem sabe o que
quer, por que e para que quer, sabendo
como administrar com inteligência
sua inata tendência à posse,
e como manter perene a gratidão e a
felicidade que um dia experimentou
no momento de conquistar cada
coisa. Por essa estrada, pode-se
chegar à condição de idoso sem repetir
a melancólica história daqueles
que, amargurados dentro de palácios
ou de carros importados, sentem
que a vida se foi com o tempo, e
que essa mesma vida agora se trunca
ante a natural decadência física.
Sem outras perspectivas, confessam-
se insatisfeitos. Com tantos diplomas
e experiências, não aprenderam
outra técnica de viver que não
fosse a devotada às satisfações materiais,
aos prazeres circunstanciais.
Mas nossa história termina
bem. O menino do supermercado
contém o choro, toma na sua a mão
paterna que se lhe estende e que,
num gesto ao mesmo tempo enérgico
e doce, firme e amoroso, o conduz
com Sabedoria pela difícil estrada
do saber querer.
Paulo Goiás é docente da
Fundação Logosófica, em Goiânia
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
recomeçar...
continuando a história
Agora, um novo desafio, já estava trabalhando num armarinho e sua secção era de botões, imagine que cada final de mes, ela teria de contar todas as caixinhas que continha botão, era levantamento para bater com a saída do depósito, nossa como ela contava botão por botão, ainda atendia os clientes,. E uma certa vez, entrou uma senhora mt elegante acompanhada de sua filha, qdo Lady as viu, passou um filme em sua mente. Foi qdo ainda criança, costumava ir na casa desta família, assitir televisão, pois na sua casa não Tv e era uma forma de sair daquela rotina, mas não ela que um belo dia do dono da casa chegou + cedo, do que costumava chegar, qdo a vi ali sentanda no chão no meio da sala, ele berrou: "aqui na televisão pública..., foi uma vergonha. ela apenas baixou a cabeça e saia bem depressa, e triste, pois não entendia como era um ser tão pequeno e tão maltratada, apenas uma criança que não fazia mal a ninguém, queria apenas assistir o seu programa de TV, distrair-se um pouco, passou ir para a casa da professora de artes, uma excelente pessoa, bondosa, respeitava o ser humano, pelo simples fato de SER o SER e não o de TER, mas as crianças dela, bem cuidada, ainda pequena, colocavam papel na boca de seu irmão que ela sentava no colo, até por que só iria assistir, se levasse o irmão + novo, na época.
Dai tb ela deixou de assitir na casa da professora, começou a trabalhar durante o dia estudava a noite, sua vida tinha tomado outros horizonte, se bem que ainda na infãncia, ela dava aula para ter um poucos trocados, até por que o poder aquisitivo da vizinhança era igual a sua, coma construção do conjunto, onde aos seus olhos e da pequena via em ela morava, eram tidos como ricos e as crianças , passaram a ser seus alunos, isto antes dee começar a trabalhar no armarinho com carteira assinada. Mas ela queria +, o seu pai arranjou através de um conhecido que morava no conjunto um emprego no escritório, nossa era o seu sonho, ganhava + e agora estava num local com ar condicionado, uma repartição onde atendia as´pessoas rica de sua cidade, mas nem por isso deixou de passar por certos constrangemento, havia aqueles educados e aqueles que eram grosseiros, pelo simples fato de serem grosseiros, como em toda sociedade, tem de tudo.
Mas, ela estava lá, da fadinha que foi dada pela pessoa a qual e estava substituindo em virtude da mesma estar saindo para casar-se, e essa mesma pessoa smepre gostava de lembrar, que havia lhe passado a farda e até o seu sapato, se gloriava disto o que ela so veio peceber, mt tempo depois, no momento ela se sentia premiada, pelo trabalha e pela amizade que acabou fazendo no período de estágio, o melhor enquanto estava aprendendo oa sua nova função.
Agora, um novo desafio, já estava trabalhando num armarinho e sua secção era de botões, imagine que cada final de mes, ela teria de contar todas as caixinhas que continha botão, era levantamento para bater com a saída do depósito, nossa como ela contava botão por botão, ainda atendia os clientes,. E uma certa vez, entrou uma senhora mt elegante acompanhada de sua filha, qdo Lady as viu, passou um filme em sua mente. Foi qdo ainda criança, costumava ir na casa desta família, assitir televisão, pois na sua casa não Tv e era uma forma de sair daquela rotina, mas não ela que um belo dia do dono da casa chegou + cedo, do que costumava chegar, qdo a vi ali sentanda no chão no meio da sala, ele berrou: "aqui na televisão pública..., foi uma vergonha. ela apenas baixou a cabeça e saia bem depressa, e triste, pois não entendia como era um ser tão pequeno e tão maltratada, apenas uma criança que não fazia mal a ninguém, queria apenas assistir o seu programa de TV, distrair-se um pouco, passou ir para a casa da professora de artes, uma excelente pessoa, bondosa, respeitava o ser humano, pelo simples fato de SER o SER e não o de TER, mas as crianças dela, bem cuidada, ainda pequena, colocavam papel na boca de seu irmão que ela sentava no colo, até por que só iria assistir, se levasse o irmão + novo, na época.
Dai tb ela deixou de assitir na casa da professora, começou a trabalhar durante o dia estudava a noite, sua vida tinha tomado outros horizonte, se bem que ainda na infãncia, ela dava aula para ter um poucos trocados, até por que o poder aquisitivo da vizinhança era igual a sua, coma construção do conjunto, onde aos seus olhos e da pequena via em ela morava, eram tidos como ricos e as crianças , passaram a ser seus alunos, isto antes dee começar a trabalhar no armarinho com carteira assinada. Mas ela queria +, o seu pai arranjou através de um conhecido que morava no conjunto um emprego no escritório, nossa era o seu sonho, ganhava + e agora estava num local com ar condicionado, uma repartição onde atendia as´pessoas rica de sua cidade, mas nem por isso deixou de passar por certos constrangemento, havia aqueles educados e aqueles que eram grosseiros, pelo simples fato de serem grosseiros, como em toda sociedade, tem de tudo.
Mas, ela estava lá, da fadinha que foi dada pela pessoa a qual e estava substituindo em virtude da mesma estar saindo para casar-se, e essa mesma pessoa smepre gostava de lembrar, que havia lhe passado a farda e até o seu sapato, se gloriava disto o que ela so veio peceber, mt tempo depois, no momento ela se sentia premiada, pelo trabalha e pela amizade que acabou fazendo no período de estágio, o melhor enquanto estava aprendendo oa sua nova função.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
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